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Imprensa

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MULTI-INSTRUMENTISTA E CANTOR SEADI VEIO PARA

SÃO PAULO EM BUSCA DE UM SONHO E NÃO PÁRA MAIS

 

 

 

 

Multi-instrumentista e cantor, SEADI compõe desde os 16 anos. Autodidata em violão, guitarra, baixo, teclado, gaita de boca e piano, Seadi tem um ouvido especial que divide a música em mil pedaços.

 

Começou a viver de música em 1999, tocando bateria em algumas bandas. Em 2006, já cantando, lançou um EP com temas filosóficos, políticos, e sentimentais, com pegada mais alternativa. Em 2010, o álbum vinha com letras de amor e cotidiano, com proposta pop e radiofônica. Nessa fase, tocou nas programações das rádios do Sul do país, fez diversos shows, onde os jornais, revistas e TVs de canais locais tiveram interesse em fazer a publicação do seu trabalho artístico.

 

Na primeira década desse século ficou entre os artistas mais acessados no portal Palco MP3 e no site da MTV, despertando o interesse da Revista Atrevida em falar sobre seu trabalho artístico. Uma de suas composições fez parte da trilha sonora da série TEEN ITS (TV Record Santa Catarina). Após este período, lançou 2 Singles com batida eletrônica e bem radiofônica, que tocaram em rádios do sul.

 

A vida o levou a deixar a carreira de lado por um período, era preciso ajudar a família e ganhar o tal do dinheiro que a música não trazia e não pagava as contas, daí trabalhou como garçom, modelo e professor de violão e bateria durante 5 anos. Nesse período, nos pequenos intervalos que surgiam, criava seus sons. Compôs músicas sobre esses momentos e fez alguns clipes diferentes, abrindo então, seu canal no Youtube.

 

Todo dinheiro que conseguiu ganhar como músico, garçom e professor de música sempre foi investido na sua carreira. Sozinho, gravou e produziu suas músicas, clipes e shows. Estudou bem as redes sociais madrugadas afora e também fez seus perfis. Aprendeu muito fazendo tudo sozinho, twitter, youtube, facebook, instagram, blog, edição de fotos, vídeos, releases, etc. Sempre como responsável por todo processo da elaboração e produção dos seus trabalhos, percebeu que com ajuda profissional tudo o que conquistava sozinho poderia tornar seu sonho realidade e finalmente viver de música se tivesse mais pessoas envolvidas nisso. Pois, embora alguns resultados surgiam, ele não tinha braços para alcançar vôos mais altos.

 

 A Vinda para São Paulo

 

Em janeiro de 2017, após assistir o vídeo “A Brand New Ending”, onde um rapaz pergunta a todo momento o que você está fazendo de sua vida, SEADI tomou coragem, colocou o violão na costas, a guitarra e o amplificador, pegou suas poucas economias e decidiu que iria em busca de seu sonho em São Paulo. Pegou o primeiro ônibus, e foi morar numa república, levou seus instrumentos para a Avenida Paulista, tocou na Oscar Freire onde recebeu o carinho das pessoas muitas vezes, confirmando que estava certo em vir para cá. Passou necessidade, apuros, dúvidas, conflitos, fome. Até uma ratoeira na pia de onde morava ele conviveu. Foram muitas histórias.

 

Um dia, pesquisando na internet, ele encontrou uma agência e foi acolhido pela DEARO Alianças Estratégicas. Depois de 8 horas na recepção esperando uma brecha no atendimento, pois ele não havia feito o agendamento, teve que esperar um encaixe. A agência decidiu assinar com ele e fazer seu plano estratégico de carreira, tornar sua história um case de sucesso inspirador para outros aristas, e através de alguns contatos e muita ajuda conseguiu provar ao mercado capitalista da maior metrópole da América Latina, que é possível fazer “sucesso sem dinheiro”. O artista tem hoje apoio de dentista, produtora musical, produtora de vídeo, bureau de criação de seus layouts, assessoria de imprensa, gráfica, cabeleireiro, DJ para remixar suas canções, local para lançar a música e fazer coletivas, acessórios modernos, roupas descoladas, sala de ensaio, gravadora e consultoria de media training somente através de parcerias conquistadas pela agência que decidiu fazer desse case um documentário para incentivar os artistas do Brasil a não desistirem de seus sonhos.

 

Orientado e inspirado por Pedro Dash, Dan Valbusa e Marcelinho Ferraz da HEAD MEDIA, considerada a produtora musical do momento (lançaram nada mais nada menos que produções de Anitta, Lulu Santos e Ivete Sangalo), SEADI lançou seu single Imperfeição numa festa de arromba produzida só com parcerias na Rua mais glamourosa de São Paulo, na flagship da parceira Chilli Beans na Rua Oscar Freire, bem na esquina onde tocava antes.

 

Conquista de mais parcerias

 

Não bastasse uma, a DEARO captou a segunda produtora que apoia o músico para não sobrecarregar a primeira, pois pretende lançar um EP além do single nesse ano, a produtora Suminsky em Porto Alegre, outro grupo moderno e contemporâneo de músicos e produtores com alta qualidade de produção e ousadia. E a terceira parceira nesse processo, a CAXABAXA.

 

Aos 35 anos, esbanjando juventude – ninguém acha que ele tem mais que trinta anos, mais maduro do ponto de vista musical e como pessoa, sempre com um sorrisão de tirar o fôlego, o artista SEADI compõe diariamente, cria arranjos e junto com seus mentores, como num passe de mágica, aparecem músicas diferentes de tudo que já ouvimos. De repente ele sai do banho e manda uma mensagem para sua agente: “Fiz mais uma música.” Tudo isso num mundo Pop contagiante, com uma pegada de rock, com arranjos de funk ou reggaeton. Não se engane, ele usa o Rap também.

 

A trajetória do artista e toda essa história inspirou CINEMAKERS, produtora consagrada do mercado de documentários e clipes a fazer um documentário mostrando como se pensa a carreira de um artista e como é possível lançar uma música sem ter centenas de mil reais para apresentar a um produtor sem antes de sequer ser ouvido, como acontece na realidade cruel do capitalismo e do mercado musical brasileiro. “O mercado tem desprezado muitos artistas e muita arte porque o dinheiro tem falado mais alto. Isso tem desanimado os artistas a seguirem seus sonhos e tem enlatado cada vez mais a arte, dando espaço somente para quem copia e não para quem cria”, conta Fernanda Dearo, a fundadora da agência.

 

No dia 18 de maio SEADI embarca para uma residência artística na Tapera das Artes, ONG que faz da música um meio de formação para a vida com jovens e crianças do sertão do Ceará na cidade de Aquiraz, há 15 km de Fortaleza. Lá o artista vai dar aulas de música e na contrapartida gravará com as crianças e sob a coordenação do Maestro Ênio Antunes, mais 4 músicas. E sim, é tudo no formato de parceria!!

 

Afinal, quem é o SEADI?

 

Ele se define como um sonhador. Um músico que vê na música além de prazer, uma forma de contar sua vida, incentivar as pessoas a buscar seus sonhos e não desistir. Depois de ouvir muita opinião no mercado da música ele decidiu que não quer rótulos. Se ele fizer uma letra que se encaixa num samba, ele vai querer lançar um samba. Então ele não quer ser tachado disso ou aquilo. Considera o POP por ser a linguagem mais simples, direta e para cima, mas não descarta músicas românticas, sobre a situação e conflitos também. “Eu quero cantar o que eu vivo, o que eu vejo as pessoas vivendo”, diz SEADI.

SEADI, como iniciou sua carreira?

 

Respiro música desde que nasci, tenho uma ligação muito forte com ela. Comecei criança tocando flauta na escola e depois na pré-adolescência, encontrei um violão da minha mãe guardado em cima de um armário. Um vizinho que já tocava violão viu meu brilho nos olhos com o instrumento na mão e me estimulou a aprender. Naquela época era tudo com revistinha de cifras, nada de internet. Cheguei a fazer umas aulas com professor. Eu mal sabia tocar direito o instrumento, mas já saía compondo canções. Daí aprendi bateria e entrei numa banda para tocar na igreja. Foi a bateria que me mostrou que eu podia viver de música. Desde então eu não parei mais de compor, cantar e tocar.

Qual foi o momento em que você identificou que a carreira artística seria o seu rumo profissional?

      

Esse rumo profissional nunca foi uma linha reta e "normal" porque todo mundo sempre te diz que viver de música é uma ilusão. Eu sabia que era a coisa que eu mais gostava de fazer, “viver da” e “para a” música, mas não sabia bem como fazer isso. A música fazia parte da minha vida, da minha respiração e as composições contavam os momentos da minha vida, como se fosse um diário, eu vivia, sentia e compunha. Até hoje é assim. Me inspiro nas pessoas que conheço, nas emoções que sinto, em filmes, em situações do país, naquilo que acredito, na força que as mulheres têm e às vezes não se dão conta, nas energias que trocam comigo, sou uma pessoa muito sensível e a simplicidade me conquista e me inspira muito também.

Infelizmente no Brasil as forças são todas contrárias ao artista, as pessoas te dizem que é difícil, os empresários não têm tempo para escutar coisas novas se você não tiver um bom pacote de dinheiro à vista, e a mídia não ajuda a divulgar quem não tem milhares de seguidores. O dinheiro impera e desanima muito. Nunca sonhei em ter uma casa e estar num lugar fixo, não quero carro luxuoso, nem empregados, mas sim estar numa estrada rumo a um palco cantando o que eu acredito, essa sim é minha casa!

Por conta da realidade brasileira e das contas que sempre chegam ao final do mês, eu me dediquei a outras atividades que poderiam gerar algum dinheiro e fui dar aula de música para crianças e adolescentes, trabalhei como garçom, fiz shows em bares, covers, eventos sociais. Foi um período difícil onde eu me sentia que me traía, mas não enxergava como sair disso. Imagino que muitas pessoas vivam isso.

Quando juntava um dinheiro eu conseguia me concentrar um pouco na carreira e os cadernos ficavam cheios de composições... mas quando o dinheiro faltava, as páginas em branco venciam a batalha congelando tudo que eu tinha para produzir. Acredito que isso é uma realidade para muitos artistas que vivem no Brasil, cada um precisa se superar muito pra viver de sua arte. Dessa vez eu não vou desistir e não vou deixar de tentar. Quando cheguei em São Paulo toquei na Paulista, na Oscar Freire, muita gente me encorajava, curtia muito meu som. Havia dias que eu conseguia ganhar 50 reais, noutros nem um centavo e ainda gastava para o transporte de ônibus. Esses momentos e o pouco reconhecimento que tive me deram forças para enfrentar qualquer coisa e chegar lá. Ao longo dos últimos 12 anos, entre muitas composições e páginas em branco eu descobri que só consigo ser eu se a música puder estar comigo. E vir para São Paulo sem conhecer ninguém, com um violão, uma guitarra, um amplificador e uma mochila sozinho, mesmo com todas as dificuldades, foi uma experiência brutal que me mostrou que é preciso persistir, caminhar, seguir em frente e nunca, nunca desistir!

Como é o seu processo de composição?

      

É como se alguém soprasse tudo no meu ouvido. Simplesmente vem! Às vezes vem primeiro a letra, as vezes vem primeiro a melodia, ritmo, e por último a letra. As vezes vem tudo junto. É um processo criativo prazeroso e mágico. Às vezes, uma canção começa e depois de muitos anos eu termino. Às vezes, leva algumas horas, e as vezes alguns minutos. É quase como psicografar. Já acordei com uma música nova na cabeça, crio tomando banho, é muito louco. Criei uma vendo uns sininhos na varanda de um tio quando era criança e ela sobrevive até hoje. Quando vem primeiro a melodia, eu tento imaginar qual conteúdo de letra combina com essa melodia, o que ela me lembra. E quando vem a letra primeiro, procuro imaginar qual tipo de clima combina com ela. Tocar violão me inspira bastante. Caminhar na rua. Viver e ouvir boas histórias. Conhecer pessoas, visitar corações. Acho que a vida reflete a arte e vice-versa. As inspirações vêm de várias formas, às vezes, uma conversa, um pensamento, uma frase, um livro... uma imagem, uma emoção relembrada, uma admiração por alguém. Mas realmente para compor, para trabalhar na ideia da canção, eu preciso de privacidade, de emoção, estar totalmente isolado, poder errar, experimentar à vontade, sem ninguém ficar me ouvindo. Antigamente eu me preocupava muito em não esquecer uma ideia, um pedaço de música, uma música inteira...gravava em fita K7, no PC também, anotava nos cadernos, depois perdi quase tudo, hoje em dia eu desencano, se eu esquecer, ela vai vir de outra forma, em outra música nova. Mas gosto de gravar no celular pra me escutar.

Quais são suas referências musicais? Nacionais e internacionais.

     

Minhas referências podem ser muitas. Regras são a última coisa que quero para mim. Se eu ouvir e curtir, pronto, é minha referência naquele momento. Sou da geração que “comia” MTV e “bebia” rádio para “viajar”... Posso citar muitos artistas e bandas que me marcaram muito e que até hoje se eu ouvir eu vou arrepiar, mas daqui há alguns dias posso dizer algo diferente... Mas no final das contas, as músicas são mais referências do que artistas específicos, saca? Mas vamos lá, hoje vou dizer como referência: Shawm Mendes, Imagine Dragons, Oasis, Amy Winehouse, Coldplay, Led Zeppelin, Anitta, Rolling Stones, Tim Maia, Legião Urbana, Lulu Santos, Fito Paez, Ricky Martin. Cada um tem uma coisa que admiro muito, seja a música, a voz, o estilo, o figurino, o jeito de tocar, a garra ou a sensualidade, e até sua história. Arte é um contexto.

Um ponto importante sobre referência, mas agora como pessoa, é que sou descendente de libaneses e nunca esqueci minhas raízes. Pretendo gravar um clipe um dia no Líbano e mostrar ao mundo como é bonito por lá. Mas isso é mais pra frente.

Como você define seu gênero musical?

      

Eu escuto muito Rock dos 60 aos 2000, Blues, Soul, Jazz, Reggae, MPB, funk, rap mas no final das contas, prefiro, sem medo, dizer que meu som é Pop com uma pegada rock e urban, fim. Também tô ligado nas coisas novas e absurdamente rápidas que são feitas e estouram. Mas como disse, um dia me veio um sambão na cabeça e misturei isso com rock e ficou demais!

Dentre suas composições, qual a canção que você lançaria como single para uma nova promoção de um álbum?

      

Depois que eu comecei a trabalhar com os produtores da HEAD MEDIA minha cabeça abriu de um jeito diferente. Passei a ouvir coisas que não ouvia antes e entender que a música é cíclica e precisa falar do que vivemos de forma simples e dinâmica. Pedro Dash é um mestre especial.

Já temos diversas bases construídas e as músicas estão ficando diferentes de tudo que já imaginei fazer, embora tenham minha alma inteirinha nelas. Como sou visceral em tudo que faço, e meu diário de vida são minhas composições, cada momento de minha vida vai ser a música que irão escutar. . Eu gosto de falar das mulheres da minha vida e como admiro a força delas, o sorriso, a inteligência, a capacidade de driblar tudo que a vida apresenta e seguirem em frente sem medo. Gosto de falar de sexo e como ele é a coisa mais verdadeira da vida.

Você falou bastante sobre a dificuldade de um artista no Brasil, essa será uma de suas bandeiras?

     

Não só uma bandeira, eu pretendo ajudar de verdade outros artistas. Quando eu consolidar minha carreira quero convidar artistas novos, sem condições e reconhecimento para abrir shows e fazer músicas comigo. Todo artista devia fazer isso, precisamos nos unir e não ficar competido simplesmente. Isso enfraquece a arte e dá poder cada vez mais ao dinheiro.

Sobre o Artista SEADI - Mais informações acesse: www.seadi.com.br

Telefone do escritório do artista: (11) 9 8632-0026 / 3382-1477

Email: seadiproducao@gmail.com  Spotify @seadi

 


Informações para Imprensa

                   

 

 

 

 

 

Márcia Stival – Assessora de Imprensa   @marciastivalassessoria
Telefone : 11 3672- 3500 Whatsapp: (11) 98122-5651

imprensa@marciastival.com.br 

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